quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Singeleza da dor

A singeleza da dor
Que me acomete
Lembra-me a ternura
Do “Um Amor”
Que enobrece

Dor e amor
Tão imensos
Tão intensos
Tão fortes
Amor e dor
Há algum coração
que, em paz,
os comporte?

Muito duvido,
mas nunca convicto!
Esqueço-me, ignoro, fujo
Pouquíssimo sei

E apenas sei coisas minhas
Conheço o Amor com que amo,
Aquele que me livra da morte,
E a dor que me atinge,
a cada segundo mais forte

Hugo Rocha

Um comentário:

André disse...

Eu acredito que existem corações que os comportem em paz... =D
Difícil, mas acredito!
Belo poema mano! ;D